![]() |
![]() CRENÇAS comandos inquestionáveis à nossa mente. Ela nos diz o que é possível ou impossível mudar. Ela determina o que podemos e o que não podemos fazer. Em suma, ela nos guia em todos os momentos cruciais da nossa vida. Ela, enfim, nos diz o que somos. Crença não é mais do que um sentimento de certeza ou de firmeza sobre o significado de algo. É a força que nos impulsiona a tentar, a vencer ou a falhar na vida. É a crença a força determinante da nossa capacidade de fazer algo; a força determinante do que é possível ou impossível de fazer, ou, em última instância, a força determinante do que na verdade somos. Não é descabido dizer que crenças são directamente responsáveis pelo nosso comportamento como um todo. A crença pode ser positiva ou negativa. É ela responsável pelo sucesso de qualquer indivíduo, assim como pela desgraça humana. É ela que separa um JFK de um Charles Mason, um Hitler de uma Madre Tereza, ou um Ghandi de um Mussolini. É ela que nos empresta a habilidade de sentirmos algo brilhantemente significativo para o nosso sucesso, ou erróneamente devastador para as nossas possibilidades de sucesso. Por isso se diz que crenças têm o poder de criar, assim como têm o poder de destruir. Quando adoptamos uma crença, acreditamos cegamente nela, esquecendo-nos de que essa crença poderá ser resultado de interpretação errónea de algo que nos aconteceu no passado, ou resultado de uma interpretação segundo uma certa óptica e uma única perspectiva. Devemos exercitar extremo cuidado ao adotar certas crenças, uma vez que crenças são pilares que movem, literalmente, todo o nosso comportamento. Qualquer idéia poderá ser transformada numa crença, desde que se forneça razões suficientes para se acreditar nela. Porém, nem tudo que acreditamos é crença. A crença é uma certeza desprovida de qualquer hipótese de indecisão. Existem três diferentes níveis de certeza:
percepções que temos das coisas. Crença
experiências salpicadas com fortes emoções. É, por natureza, mais forte que a opinião. Convicção
provocar reacções (quando negativas) desprovidas de qualquer racionalidade. forma construtiva ou de uma forma totalmente destrutiva. Inspiradora de paixões, as convicções geralmente nos compelem a agir. Elas são tão fortes que, além de repelirem, com veemência, qualquer insinuação contrária, podem também provocar mudanças físicas, tais como mudança da cor dos olhos, doenças que aparecem ou desaparecem sem explicação evidente, etc. Crenças, por vezes, constituem-se em sérios obstáculos à nossa felicidade, se não conseguirmos ter inteligência suficiente para discernirmos entre crenças positivas e crenças de teor negativo. Crenças negativas ou limitadoras são mais difíceis de serem detectadas porque, na maioria dos casos, elas foram encrustradas no nosso subconsciente durante a nossa meninice ou durante a nossa adolescência, quando ainda a nossa capacidade de discernir entre o positivo e o negativo não havia desenvolvido suficientemente. Criamos crenças limitadoras para nos protegermos de certas circunstâncias negativas que nos aconteceram no passado, ou, também, porque temos medo dessas mesmas circunstâncias negativas se repetirem e assim sofrermos essas frustrações outra vez. Como consequência, passamos a hesitar, a não conseguir resultados positivos, a evitar o risco, a não tentar. Pessimistas vêm frustrações como obstáculos intransponíveis, provenientes de um mundo inacessível, enquanto que optimistas vêm essas mesmas frustrações como experiências que ensinam, ou que nos dão oportunidade de mudarmos certos métodos de forma a conseguir sucesso. Para que tenhamos maior controle sobre a nossa vida, precisamos saber identificar e mudar essa programação negativa que adquirimos ainda muito cedo durante os primórdios da nossa vida. Para tal, precisamos utilizar a ferramenta certa, que se traduz em
vida, de maneira a transformarmos sonhos em realidade. Quando um sonho nos parece impossível, devemos seccioná-lo em pequenas partes e, em consequência disso, tentar descobrir o primeiro passo a ser dado para iniciar essa difícil jornada. |
|